Open Source High-Performance Data Warehousing

Será que funciona ?

http://www.greenplum.com/products/GreenplumDatabase.php

2 comentários 16 de Abril de 2007 às 08:25 Paulo Hanashiro

Sessão Nostalgia

Pessoal,

Já que o tema é o passado, olha a foto que encontrei do mascote de nosso último evento. Acho que ainda tem um monte deles por aí…

Paulo

Mascote - Mascote

1 comentário 11 de Fevereiro de 2007 às 22:06 ppinho

Parece que foi ontem …..

Benchmark Telefônica - San Diego - 2001 ….
Da esquerda para direita:
- Ivan
- Marcia Siqueira
- Flávio Sobral
- Paulo Pinho
- Marcia Madaloso
- Frank Groenen
- Francisco Garma

benchmark - benchmark

1 comentário 16 de Janeiro de 2007 às 18:32 admin

Conversão Hexadecimal > ASCII no Teradata

Uma função interessante encontrada no Teradata é a conversão de caracteres hexadecimais para ASCII. Para fazer a conversão deve-se utilizar a seguinte sintaxe:

Select _latin ‘5444574249′XC

Esta função pode ser muito útil para depurar os erros em registros gravados na ‘Error Table’ criada nas operações de carga, e em outras situações.

Abraços.

Adicionar comentário 11 de Janeiro de 2007 às 22:02 fsoares

Qual o tamanho de um DW ?

Perguntas:

A) Qual o peso deste objeto? Resposta: 1 Kg
B) Qual o tamanho deste sistema? Resposta: ????

Se a pergunta B pudesse ser respondida com a mesma objetividade e precisão que a pergunta A, várias dificuldades relacionadas ao processo de desenvolvimento de sistemas seriam eliminadas. Nossas estimativas de prazo, produtividade e custo seriam com certeza mais precisas.

Para responder esta pergunta, várias metodologias já foram propostas, como por exemplo a Análise de Pontos de Função (APF), entretanto ainda não há um padrão de fato reconhecido pelo mercado.

Quando o sistema em questão é um Data Warehouse, podemos perceber que os métodos de medição existentes deixam de considerar uma série de particularidades específicas a esta categoria de sistema.

Nos links a seguir, estão artigos relacionados ao processo de medição do tamanho de um sistema DW. Os autores buscam adaptar as metodologias existentes a realidade dos sistema DW.


Medição de Tamanho para Sistemas de Data Mart, Angélica Toffano S. Calazans - Caixa Econômica Federal, Káthia Marçal de Oliveira, Rildo Ribeiro dos Santos - Universidade Católica de Brasília

Measuring the functional size of a data warehouse application using COSMIC-FFP - Harold van Heeringen

Adicionar comentário 26 de Dezembro de 2006 às 12:29 admin

Encontro Natal 2006 - TDWBi

Como não poderia ser diferente, o encontro mundial de fim de ano da TDW foi um sucesso! O show estava ótimo, nos telões o futebol também marcou presença no evento, comida e bebida - hummmm - nota 10.
Contamos com a presença ilustre de 90% da equipe TDW (devido ao problema de tráfego aéreo, nem todos puderam participar). O espírito de TIME dessa turma cresce cada vez mais! Parabéns à todos.
Feliz Natal e um ótimo ANO NOVO!
Abraços.

20122006 - Jantar de confraternização

1 comentário 21 de Dezembro de 2006 às 16:12 Fred

Como criar um sistema de informações para apoio a decisão?

É impressionante o número de empresas que gastam fortunas na definição de indicadores e na busca de seu aprimoramento sem dedicar esforço equivalente na construção de uma base dados detalhada sobre suas operações. Seja por necessidade de seguir regras rígidas e processos bem definidos, seja por considerar uma loucura armazenar montanhas de dados sem saber ainda como utilizá-los, as empresas preferem simplificar sua análise de desempenho utilizando alguns poucos índices e os tornando-os guias absolutos de sua performance.

Ninguém se atreveria a dizer que os indicadores são inúteis no processo de gestão. Ao contrário, são ferramentas indispensáveis no complexo mundo corporativo onde vivemos. Eles nos ajudam a acompanhar a performance das empresas de maneira simples e dinâmica. Mas, sejamos sinceros, estão longe de resolverem nossos problemas de gestão.

Uma alternativa aos indicadores, os dados brutos são difíceis de decifrar. Seu volume sempre crescente e a complexidade das relações entre eles nos fazem perder a visão do todo e trazem um desafio enorme ao pessoal de sistemas. Quando utilizados de forma efetiva, no entanto, são a melhor ferramenta de gestão que temos a nossa disposição.

Para exemplificar minha visão, tomemos o caso de uma empresa que busca mais eficiência em seu sistema de atendimento.

Com dezenas de milhares de ordens de serviço ao dia, um caminho seria determinar o acompanhamento de indicadores de volume e qualidade de serviço. Alguns indicadores que poderiam ser utilizados seriam o número de OSs por dia, o percentual de fechamento no primeiro atendimento e o tempo médio de atendimento.

Mas o que aconteceria quando detectássemos tempo médio de atendimento maior do que o aceitável? Estaria o problema na falta de pessoal? Ou poderia ser um problema de treinamento? Seria por conta de falha no produto? Estaria localizado em alguma região? Seria dependente do tipo de defeito encontrado? Se aplicaria a todos os clientes ou somente a determinado segmento?

As opções de análise são ilimitadas. Por mais que busquemos um conjunto de indicadores que os ajudem neste problema, acreditem, iremos falhar. As inúmeras possibilidades de combinação das informações nos levariam rapidamente a milhares de indicadores diferentes e a tentativa de modelar de maneira simples iria por terra rapidamente.

Uma arquitetura flexível de modelagem dos dados detalhados, que nos permita fazer qualquer pergunta, é a resposta ao dilema acima. Ela é o alicerce para um sistema de informações gerenciais e deve ser o primeiro passo de quem busca um sistema de informações eficiente e duradouro. Qualquer tentativa de fugir deste modelo nos levará a inúmeros retrabalhos e muita frustração aos usuários de negócios.

A unidade de armazenamento dos dados deve ser a mais atomizada que o orçamento permita e devemos evitar criar consolidações que não possam ser desfeitas quando necessário. Como exemplo, se armazenamos as vendas consolidadas por dia como poderemos no futuro saber quanto se vende por hora? Se armazenamos por hora, como saberemos quanto foi vendido por transação? Se armazenamos consolidado por transação, como saberemos a que preço e com que margem foram vendidos cada um dos produtos da transação?

Pode parecer argumento de venda para máquinas enormes mas na verdade é a maneira mais econômica e eficiente de construir um sistema de informações. Em mais de 10 anos de experiência com implementação desse tipo de sistema posso afirmar que não existe outra maneira de atender as necessidades dos usuários de negócio. É ver para crer.

1 comentário 10 de Dezembro de 2006 às 09:15 ppinho

Modelagem: Relacional ou Dimensional

Este assunto sempre volta. Estou fazendo uma coletânea a respeito. Segue link para artigo da Debie Smith - Teradata.

Debie Smith - Teradata

Differences of Opinion - The Kimball bus architecture and the Corporate Information Factory: What are the fundamental
differences ? By Margy Ross , Ralph Kimball

Adicionar comentário 27 de Novembro de 2006 às 13:11 admin

CRM Que Bicho é esse?

CRM - que bicho é esse?

CRM significa Customer Relationship Management, ou traduzindo para o português, Gestão de Relacionamento com os Clientes. Esta sigla foi cunhada por empresas de consultoria e software norte americanas para vender sistemas que automatizam e controlam o relacionamento das empresas com seus clientes.
Mas o que significa automatizar o relacionamento com seus clientes? Significa você registrar todos os contatos que seu cliente tem com sua empresa, isto é, saber quando, onde e como um cliente entrou em contato com sua empresa e buscar meios de padronizar este contato, de forma a garantir a satisfação do seu cliente.
Vamos analisar o que quer dizer automatizar o relacionamento com os clientes. Quantos canais de contato sua empresa tem com os clientes? Para cada canal que sua empresa tiver será necessário padronizar e treinar o discurso e garantir o registro destes contatos de forma correta. Quando falamos de canais onde a tecnologia está naturalmente presente como Call-Centers ou a Internet, parece simples, mas quando tratamos de vendedores, revendedores e distribuidores, onde as interações com clientes não dependem de tecnologia, o controle e a padronização se tornam mais complexos.
Se padronizarmos e registrarmos todos os contatos com nossos clientes, qual será o nosso retorno? A padronização nos trará uma qualidade de serviço mais controlada e uma satisfação de um grupo de clientes. Mas o que vamos fazer com todos os registros de contatos? Como podemos transformá-los em beneficio para nossa empresa? A resposta padrão é, vamos tirar relatórios! Toda vez que ouço a palavra relatórios me lembro de listagens enormes em papel serrilhado onde passávamos horas para encontrar as informações necessárias. Ou como ouvi outro dia onde uma empresa com uma cadeia logística complexa não via as métricas de desempenho de sua própria cadeia de forma integral mas sim subdividida em etapas, estando todas dentro dos padrões. Infelizmente, ao analisar o conjunto de etapas existente e seus objetivos, ficou claro que o tempo total da cadeia de suprimentos (tempo onde todas as etapas ocorrem) era inaceitável, mantendo-se nas piores médias do mercado.
Na realidade, precisamos de relatórios que nos indiquem onde temos que concentrar nossos esforços. Do que adianta um relatório de vendas por região que não nos indique quais regiões estão com maior potencial de dificuldades? Saber simplesmente quanto cada região vendeu não nos diz nada sobre o que ocorre nas regiões. É necessário que o relatório nos indique onde estão os potenciais problemas que precisam ser atendidos mais prontamente, e quais podem esperar. Identificar tendências de cada linha de produtos em relação a nossos clientes, problemas recorrentes em nossos processos, conhecer quais clientes podem nos dar mais lucro ou clientes que não nos dão lucro. Estas são algumas das informações que podemos tirar do registro de nossas iterações com nossos clientes através de um sistema de CRM.
A forma adequada de implantação de CRM numa organização é algo extremamente particular. Devemos avaliar quais os pontos da organização estão prontos para iniciar numa jornada de mudança de conceitos e paradigmas. Em alguns casos devemos iniciar pelas análises e relatórios; em outros, pela padronização de um canal e sua expansão para os outros canais, lembrando que a resposta é individual de cada empresa.

Adicionar comentário 23 de Novembro de 2006 às 09:49 luisforman

NEXUS - TeraTom

Estou testando a nova versão do NEXUS.
Está deixando a dupla SQL Assistant + Teradata Administrador no chinelo. Além disso, está também preparado para netezza.
Vale apena baixar a versão demo.
CoffingDW Downloads

1 comentário 22 de Novembro de 2006 às 08:29 admin

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